segunda-feira, 2 de agosto de 2021

História do Modelo AF95 da marca Japonesa Ibanez (Artcore Series)

 

A linha AF é a mais tradicional da série Artcore (criada em 2002), hoje falaremos um pouco da história da AF95:
Uma de suas primeiras aparições foI de 2002 para 2003 com a AF95 VLS com o corpo flamed maple e captadores ACH.
 
 
Por volta de 2006/2007 a AF95 VLS (Foto 4), recebeu novas madeiras, flamed Sycamore no corpo, manteve as captações.
 



Em 2010 vemos ela um pouco remodelada com detalhes florais no corpo, AF95PV TK.
 

 
Em 2020 ela passa para a linha Artcore Expressionist, AF95FM com madeiras novas no corpo (flamed maple) e os afamados captadores Super 58, que outrora só vinham em full-acoustics (como a Ibanez diz), ou seja em guitarras com corpo oco (tipo violão) mais caras, tipo Ibanez LGB300 (Made in Japan), LGB30 e outros modelos mais caros e custom...

 
Finalmente em 2021 lançaram um novo modelo, AF95BS com os afamados captadores Super 58, com a ponte em madeira (Walnut), lançando novas combinações de madeiras como a Tília (que é o basswood ou Línden) e o já conhecido Spruce, até então pouco usadas em guitarras acústicas.
 

 
Texto por @diegohebertmusica (Instagram)
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Fonte: Catálogos Ibanez
Fóruns Ibanez
Ibanez Brasil 
Alex Noronha (Equipo)

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

O QUE É IDENTIDADE MUSICAL?

 

DICAS EVOLUTEL Musical.
IDENTIDADE MUSICAL, o que é?
Como adquirir?
Primeiramente é necessário você entender que você é único, com gostos, pensamentos, ideias próprias, sendo assim o que é bom para você nem sempre será bom para o outro.
Na música:
Criar uma identidade, nos faz lembrar do número do nosso RG/CPF, que é único, ou seja, na música não é diferente, é necessário se conhecer para escolher o seu estilo musical, a sua pegada no instrumento, na voz, com isso ficará muito mais fácil fazer escolhas como:
Escolher um instrumento musical;
equipamentos de áudio;
equipamento de gravação e muito mais....
E aí, já criou sua identidade musical?
 
Texto: Diego Hebert
Foto: @idmusicalfm 
 
 

 

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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Quem inventou a guitarra elétrica?

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O começo dos acordes

          Muitas pessoas acreditam que foi Les Paul quem inventou a guitarra elétrica em 1940, mas não foi ele, pois o invento foi realizado anos antes. O verdadeiro crédito pela criação do instrumento é de George Beauchamp, um músico, e Adolph Rickenbacker, um engenheiro eletricista. Eles criaram a primeira guitarra elétrica moderna de som amplificável e comercialmente viável em 1931, nos Estados Unidos.

         Não dá para conceder esse mérito a uma única pessoa. O instrumento foi resultado de uma longa evolução e da colaboração mútua entre músicos e técnicos em eletrônica e carpintaria, numa história que teve, inclusive, a participação de brasileiros. A peça fundamental da guitarra é o captador. Esse dispositivo, inventado em 1923 pelo músico e engenheiro acústico americano Lloyd Loar, transforma a vibração das cordas de aço em sinais elétricos,  enviados a um amplificador e daí a um alto-falante. 

        Várias pessoas já haviam tentado produzir o instrumento antes deles, mas Beauchamp e Rickenbacker foram os primeiros a realmente conseguir a guitarra amplificada eletricamente moderna, com qualidade de som boa o suficiente para ser utilizada em um cenário de música profissional.

 

 



Um pouco de história

A necessidade de uma guitarra elétrica surgiu porque alguns músicos achavam que o violão clássico era muito calmo para contribuir para a produção musical de grupos em vários aspectos. Este problema começou a ser particularmente evidente nas salas de concertos de música de 1880.

Décadas mais tarde, as grandes bandas dos anos 20 priorizavam o som e o ritmo dos instrumentos de percussão, de modo que o violão se tornou um item secundário, produzindo melodias tão baixas (em relação à bateria) que nem mesmo os músicos do grupo podiam ouvir. A necessidade de uma inovação para o violão era óbvia e necessária.

George Beauchamp, um dos integrantes da dupla criadora, já tocava guitarra havaiana (com estrutura de aço e de uso na horizontal no colo) e isso foi um fator chave para a invenção da guitarra elétrica.

Beauchamp, então conheceu Rickenbacker no Dopyera Brothers, um fabricante de guitarra em Los Angeles, e eles concordaram em trabalhar em um projeto de guitarra elétrica juntos. Adolph Rickenbacker foi um dos pioneiros em sua área profissional, sendo um homem que gostava de inovações e ousadia, como a fundação da Rickenbacker International Corporation, uma empresa cujo único propósito era criar e fabricar instrumentos musicais elétricos.

Adolph mostrando o protótipo da invenção em 1972 Fonte da imagem: Reprodução/Smithsonian

Depois de muitas tentativas, finalmente a dupla inventou um dispositivo eletromagnético que pegava as vibrações das cordas da guitarra com grande clareza. Em poucas palavras, os eletroímãs convertiam essas vibrações em um sinal elétrico, que era amplificado e transmitido através de alto-falantes.

Em 1931, eles instalaram esses captadores em uma estrutura desenhada por Harry Watson, uma guitarra de colo feita de alumínio chamada "Frying Pan" (frigideira em ingês) devido ao seu tamanho e forma. A partir daí, a invenção se tornou a primeira guitarra elétrica comercialmente viável.

Desde essa data, a primeira menção conhecida do público de uma guitarra eléctrica melhorada apareceu em Wichita, Kansas, em outubro de 1932. O músico Brewer Gage fez uma demonstração para a imprensa com duas de suas aquisições recentes, uma guitarra havaiana elétrica e outra elétrica padrão, sendo que as duas tinham sido criações de Beauchamp.

As estruturas em madeira vieram com a adaptação do músico Les Paul em 1940, quando ele criou o "The Log", uma guitarra cujas cordas e captadores foram montados em um modelo esculpido a partir de um bloco sólido de madeira. Desde então, mais e mais modernizações aconteceram e o resto da história o mundo todo conheceu com o sucesso do rock e de outros estilos que utilizam a guitarra elétrica.

Fatos bônus

quinta-feira, 28 de maio de 2015

COMO ESCOLHER UM VIOLÃO?

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Tudo bem?
Meu nome é Diego Hebert, sou especialista em instrumentos musicais na empresa Evolutel Musical, vou te ajudar para que você possa escolher o melhor violão para você, vamos lá...

Veja alguns modelos existentes de violões:

Clique na imagem para aumentar


Agora vamos lhe fazer algumas perguntas para que você possa escolher o melhor violão:


A primeira pergunta a você é:
Você quer um violão iniciante, intermediário ou profissional? (Logo abaixo exemplos)

A segunda pergunta é:
Onde vai usar o violão? Vai tocar em que situação?

A terceira pergunta é:
Você quer investir no seu talento?

A quarta pergunta é:
Quanto você tem para investir?

A quinta pergunta é:
Quer comprar um violão de marca conceituada? Ou uma marca que tem um custo x benefício melhor?

A sexta pergunta é:
Você busca por qualidade ou pagar o menor preço?

A sétima pergunta é:
Qual o estilo musical você pretende tocar ou toca?


Agora vamos conhecer alguns modelos de violões.

INFANTIL:



Violão Tagima KIDS V2 NY (lilás metálico) c/ acessórios




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INICIANTES:


Violão Giannini S-14 Aço - Natural - Linha Start



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INTERMEDIÁRIO:


Clássico Nylon
 É um violão que usa cordas de nylon e muito indicado para iniciantes. Como sugere o próprio nome, é um violão bastante utilizado em música clássica, mas também indicado para MPB, samba, bossa nova e flamenco, entre outros estilos.

Violão Rozini RX515AT - Presença Brasil Flat nylon


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Folk

 É um violão com cordas de aço e um corpo maior que os modelos clássicos, que resultam em um tipo de som mais estridente e cheio. O braço do folk é mais fino, o que facilita algumas posições, mas as cordas de aço são mais tensas, o que pode dificultar um pouco para a mão esquerda. Criado em 1916 visando um som encorpado, é muito utilizado hoje em dia, principalmente depois da moda dos acústicos. Por ser um modelo versátil, é muito comum em rock, metal, pop e música sertaneja.

Violão Folk Tagima Kansas Sunburst

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Jumbo

Este modelo foi criado na década de 1930, sendo muito utilizado na música country da época. Os violões jumbo ganharam notoriedade por serem robustos, versáteis e em expansão, devido à riqueza de seus timbres. Com grande estrutura e base bem arredondada, ele possui um som mais grave e equilibrado, sendo muito utilizado em blues, pop, rock e baladas românticas.

Violão Strinberg SJ-20C - Natural Fosco 



















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Flat

 O modelo flat é mais fino e comumente usados em MPB, por músicos eruditos e profissionais. Porém, com a chegada de itens mais baratos e a sua popularização, já é possível encontrar muitos músicos usando. Normalmente com cordas de nylon, o timbre destes violões é suave. Dependendo da equalização que você faça, eles podem ser estridentes, com muito brilho, médios fortes ou até graves profundos.

Violão Flat Tagima Modena de Nylon Elétrico com Afinador


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 12 cordas

Com a onda de eventos acústicos, este modelo ganhou mais popularidade e é muito usado em vários estilos. Ele causa um efeito de dois violões e tem um som bem característico, pois possui um timbre encorpado, que proporciona uma base marcante. Um violão de 12 cordas não é recomendado para iniciantes pois exige muito dos dedos. Ele é indicado para músicos intermediários e avançados, por ter uma tocabilidade mais pesada.

Violão Tagima 12 cordas Califórnia XII - Sunburst


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PROFISSIONAL

Violão Parkwood by CORT - PW 560

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Violão Cort Nylon CEC5 com captação Fishman


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Alguns informações foram tiradas dos seguintes sites:

terça-feira, 26 de maio de 2015

QUAL O MELHOR SISTEMA DE SOM? ATIVO OU PASSIVO?

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Meu nome é Diego Hebert, através dessa matéria estaremos lhe mostrando os prós e contras de cada sistema, vamos lá...
PARA AMPLIAR CLIQUE NA IMAGEM

Nessa imagem acima você tem 3 tipos de sistemas, qual é o melhor?


Vamos analisar cada sistema, começando pelo sistema:

CAIXAS ATIVA / ATIVA

ATIVO (L-ESQUERDO) ATIVO (R-DIREITO)
Esse sistema possui 2 caixas ativas, onde cada caixa trabalhará separadamente, trabalhando corretamente
o L e R da mesa de som, veja de onde vai sair da mesa:

Nesse sistema você conseguirá usar o PAN da mesa, usando, L e R, exemplo, você faz um split de um violão, e joga o PAN de um canal para L e o PAN do outro canal para R, duplicando o som do instrumento deixando-o stéreo, veja:


Vamos imaginar esse sistema funcionando, como você tem 2 lados distintos (L e R), se um lado der defeito, ainda você terá o outro para continuar, os outros sistemas nem sempre você terá essa possibilidade.


CAIXAS ATIVA "BI-AMPLIFICADA" / PASSIVA

Obs.: 1- BIAMPLIFICAÇÃO não é para amplificar outra caixa.
2- Nenhum fabricante de respeito afirma ou recomenda isso, vide FBT, RCF, MACKIE e JBL.
Baseado nisso, vemos que uma caixa biamplificada não foi feita para amplificar uma passiva e sim para dividir a amplificação interna.

Esse sistema é um bom sistema, com custo menor que o ATIVO / ATIVO, porém com alguns contras:
1º) Você terá apenas um lado, pois uma caixa toca a outra, sendo assim, você terá apenas L ou R, impossibilitando realizar uma série de técnicas possíveis ao sistema que usa-se L e R.
2º) Em caso de defeito na caixa bi-amplificada você não terá mais som, pois a caixa passiva é escrava, sendo assim ela irá parar também.
3º) Com o tempo a caixa bi-amplificada começa a não tocar corretamente com a potência necessária a escrava.

É um bom sistema para quem não usa o sistema com grande frequência e que trabalha com poucos instrumentos ligados.

CAIXAS PASSIVA / PASSIVA COM POTÊNCIA

Esses sistema como o ATIVO / ATIVO possui o L e R, a possibilidade de perder qualidade no som em relação ao sistema bi-amplificado é bem menor, sendo assim esse sistema se torna um bom sistema, com um custo bem aproximado ao ATIVO / ATIVO,  um contra desse sistema é em caso de defeito na potência, assim perderá todo o sistema de som.

Conclusão:
Sendo assim, conseguimos ver alguns prós e contras dos sistemas, fica ao seu critério agora para adquirir o melhor sistema à sua necessidade.

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Porque a sabedoria serve de defesa, do mesmo modo que o dinheiro; mas a excelência do conhecimento é que a sabedoria preserva a vida de quem a possui.
Eclesiastes 7:12








segunda-feira, 25 de maio de 2015

VOCÊ SABE USAR UM MICROFONE CORRETAMENTE?

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Tudo bem?
Sou o Diego Hebert da Evolutel Musical, vou lhe apresentar um estudo muito bem feito, que com certeza irá lhe ajudar a usar o microfone, em caso de dúvidas entre em contato conosco, vamos lá...

Microfones: Amigos ou Inimigos?
O microfone está para um sistema de sonorização assim como o ouvido está para o
corpo humano. Ele é o responsável por captar a onda sonora e transformá-la em algo que os
equipamentos eletrônicos (amplificadores, mesas etc) possam entender e usar. O microfone comportasse exatamente como o ouvido humano, quando este capta as ondas sonoras e as transforma em sinais elétricos para que o cérebro as entenda e processe.



Figura 1 – Constituição do Ouvido Humano
Sendo assim, é apropriado que seja adotado todo o cuidado no manuseio do microfone
uma vez que ele é parte sensível do sistema sonoro e, se bem empregado, pode tornar-se um aliado de
quem o utiliza. De forma contrária, se o microfone é utilizado com descaso poderá tornar-se seu
inimigo durante uma apresentação.
1. Composição dos microfones
Todo microfone, de uma forma geral, é composto por um diafragma e
um elemento gerador.
O diafragma, assim como o tímpano do ouvido, é responsável por
perceber o movimento das ondas sonoras. O elemento gerador, como os ossos que compõem o ouvido
interno (martelo, estribo e bigorna) – que podem ser vistos na Figura 1 – é responsável por transformar
a variação do diafragma em sinais elétricos proporcionais aos movimentos das ondas sonoras.
Na Figura 2 você poderá identificar as partes componentes de um
microfone.


Figura 2 – Partes que compõem um microfone
Na figura anterior você pôde identificar o diafragma e os diversos
componentes do elemento gerador: bobina móvel, imã permanente e saída de AF (áudio freqüência).
Uh... assustei você?! Não se preocupe, não vou incomodá-lo com
conceitos de eletrônica. Não é esse o meu objetivo. Na verdade, meu propósito é fazer com que você
tenha uma idéia de como os microfones são construídos e da fragilidade dos seus componentes, e que
a partir daí, passe a cuidar bem deles para que se tornem seus bons amigos.
2. O que fazer para tornar o microfone um amigo?
Bem, depois de tanta enrolação, vamos ao que interessa: há uma série
de cuidados na utilização do microfone que você pode adotar para torná-lo um amigo. Vejamos
alguns desses cuidados. Vou chamá-los de “Os 7 Mandamentos do Amigo do Microfone”.

1º Mandamento: Não bata


É muito comum que você, ao segurar um microfone para utilizar, dê
algumas “batidinhas” nele com o objetivo de verificar se ele está funcionando. Por favor, não faça
isso. Lembra-se do diafragma e do elemento gerador? Com o tempo, de tanto apanhar, eles se
danificarão podendo partir-se.
O microfone vítima dessas “batidinhas” passa, depois de certo período
de surras constantes, a reagir apresentando um som “choco e rachado”. É a forma que ele encontra
para se vingar dos maus tratos recebidos.
Como você consideraria alguém que, ao se aproximar de você, ao invés
de cumprimentá-lo educadamente fosse logo espancando você? Amigo ou inimigo?!

2º Mandamento: Não assopre


Muitos de nós, também no desejo de verificar se o microfone está
funcionando, temos o hábito de assoprar o microfone: fu... fu... som... som... Não é assim que
fazemos?
Pois é, de agora em diante controle-se e não faça mais isso. Ao assoprar
o microfone você despeja alguns mililitros de saliva sobre ele!!! Essa saliva vai gerar um mau cheiro
no pobrezinho do microfone e ele não pode tomar banho para se limpar... isso é muito anti-higiênico!!!
Quando você quiser verificar se um microfone está funcionando, apenas
fale...

3º Mandamento: Não grite

Por favor, não grite... o microfone não é surdo!!!
A finalidade de um sistema de sonorização é amplificar o som que você
está produzindo. Sendo assim, não é recomendável que você atinja o microfone com volume de voz
extremamente alto porque, dependendo de como foi construído (se for um capacitivo, por exemplo), o
sinal será distorcido. Você terá sua voz reproduzida de forma “rachada”.
Isso sem levar em consideração o incômodo que será causado na
audiência...

Estudo feito por:
David Fernandes

Audio Con

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sábado, 23 de maio de 2015

QUAL O TEMPO MÉDIO PARA TROCAR SUAS CORDAS?

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